quarta-feira, 9 de junho de 2010

Sinceramente perdi a conta de quantos caminhos percorri,
quantas escolhas e mudanças para tentar algo melhor para mim.
Perdi tanto, que na verdade não sei se é possível encontrar algo para se ganhar.
Uma lágrima de sangue e uma vodka para amenizar.
São somente... lembranças a me agonizar.
O tempo não existe, foram os seres mediucres que o criaram para ordenar algo que deveria ser livre.
As folhas caem, e as rosas e seus espinhos voltam, sempre.
E tudo o que se quér é o que mais se deseja,
um alento, uma brisa, um sorriso.
As vezes o destino prega peças, nem sei se é culpa dele,
mas... em síntese não pode ser outra coisa,
não pode ser coincidência.
Só sei que desde aquele momento fora do comum,
comecei a acreditar em coisas as quais jamais acreditaria.
E passei a duvidar da verdade dos mortais.
A eternidade nos pertence, basta querer, basta acreditar.
Sonhos são reais, eles existem para nos fazer lutar pelo que queremos.
E nessa guerra é preciso persistência.
Não sei como irei sair dela, mas quem sabe com muita fé sairei intacta.
Pois não vou desistir.
Vivo na dor por acreditar no amor.
Vivemos para morrer,
morremos para Viver. 

Um comentário:

  1. Querida
    Este poema mostra tanta procura e muita escuridão. Como se estivesse atravessando a fase floresta escura de sua vida, mas trás dentre outros... um depois... morremos para viver... Deixar morrer nossos dissabores, experimentar as duas polaridades a de hoje, e a totalmente a oposta, para depois viver com mais equilíbrio e mais felizes... Quiçá em Paris.

    Você tem uma alma de poeta... Solte-a.Parabéns, continuarei lendo.Denise

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