domingo, 10 de abril de 2011

Me perdoe mas minhas palavras estão um pouco condenadas,
Se soubesse distinguir o que me tornei quem sabe fosse algo melhor, o problema não auto valorizar, e sim valorizar o alheio.
Por que me importar quando não sentirão nada se eu desaparecer?
E se eu partir em silêncio e acelerar até explodir o motor?
algo ruim acontecerá?
Deixe o caminho livre entre minhas veias, e a circulação em meio ao meu coração.
Permita que meus passos sejam breves e garanta que eu não irei voltar.
Estou escrevendo porque estou com medo, porque estou só.
Por quanto tempo continuarei assim?
Um amor em cada porto, mas em cada voltar adormeço só.
Está tão vazio aqui.
E quando me perco tento lhe encontrar.
Quanto tempo irei cruzar essas ruas sozinha?
 Gostar e não se apegar.
Se apaixonar e não poder amar.
Entre sentir a dor e o nada escolho a dor.
Acordarei com os lençóis sem o teu cheiro e com a cama vazia.
Dormirei com frio sem ter calor.
Viverei sem amor?

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